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domingo, 1 de fevereiro de 2026

Justiça por Orelha. Justiça por todos.

 

O Caso Orelha: Um Divisor de Águas na Luta pelos Direitos Animais no Brasil

Estamos vivenciando um momento sem precedentes na história da causa animal brasileira. O caso Orelha não é apenas mais um entre tantos episódios de crueldade contra animais – é o ponto de virada que o movimento esperava há décadas.

Quando a Indignação Une a Todos

Pela primeira vez, testemunhamos algo extraordinário: pessoas de todas as vertentes políticas, religiosas e sociais se uniram por uma causa comum. Direita e esquerda, evangélicos e espíritas, jovens e idosos – todos com a mesma bandeira, clamando por justiça. Essa unanimidade é rara em tempos tão polarizados, e demonstra que a compaixão pelos seres indefesos transcende qualquer barreira ideológica.

Debates que Transformam

O caso trouxe à tona discussões fundamentais que sempre foram negligenciadas:

Tipificação de Crimes: Finalmente estamos debatendo seriamente se a legislação atual é suficiente para punir crimes tão hediondos contra animais. A sociedade questiona se maus-tratos dessa magnitude não deveriam ser equiparados a crimes mais graves.

Maioridade Penal: O debate sobre responsabilização ganhou força, fazendo-nos refletir sobre como tratamos crimes de extrema crueldade, independentemente da idade do agressor.

Federalização: A mobilização nacional levanta a questão: casos que chocam todo o país não deveriam ser julgados em instâncias federais, garantindo maior rigor e impedindo possíveis falhas locais?

Ativismo nas Ruas

Em todos os estados brasileiros, manifestações simultâneas reúnem milhares de pessoas. Não são apenas ativistas veteranos – são mães, pais, estudantes, profissionais de todas as áreas que disseram "basta". As redes sociais amplificam vozes, organizam protestos e mantêm a pressão constante por justiça.

A Sociedade Desperta

O que mais impressiona é a ética coletiva emergindo com força. A sociedade não quer apenas punição – quer transformação. Quer leis mais rígidas, quer educação sobre empatia, quer que casos assim nunca mais se repitam.

A cobrança é ativa, persistente e organizada. Não é um momento de revolta passageira que se dissolverá em dias. É um movimento estruturado, consciente de que essa é a oportunidade de mudar paradigmas.

Um Marco Histórico

O caso Orelha será lembrado como o momento em que o Brasil disse: os animais importam. Suas vidas têm valor. Sua dor não pode ser ignorada.

É o momento em que a causa animal deixou de ser vista como secundária ou "mimimi" e passou a ser reconhecida como questão de humanidade, de civilização, de quem somos como sociedade.

O Que Vem Depois

A grande questão agora é: vamos transformar essa indignação em mudança real e duradoura? Vamos pressionar por leis mais severas? Vamos educar nossas crianças sobre empatia e respeito a todas as formas de vida?

A resposta depende de cada um de nós. Este é o momento de não deixar a chama se apagar. De continuar cobrando, manifestando, educando.

Porque se algo de bom pode vir de tanta dor, é a certeza de que nunca mais seremos os mesmos. E que os animais finalmente terão a voz que sempre mereceram – a nossa.










domingo, 7 de dezembro de 2025

Dia Internacional do Direitos Animais (DIDA- Ação 07/12/2025 ) 🔥

 

Marchamos pelos direitos dos animais com o apoio da Deputada Federal Luciene Cavalcante. Ver a representação política ao nosso lado mostra que a causa animal está ganhando cada vez mais espaço e seriedade.

Os animais não são mercadoria. São seres sencientes que merecem respeito, dignidade e liberdade. E vamos continuar nas ruas até que isso seja realidade! 💚✊



#DIDA #DireitosAnimais #RepresentatividadeImporta #Ativismo"

domingo, 28 de setembro de 2025

Mobilização pelos Direitos Animais: Ato de 14/09 em Resposta ao Caso de Maus-Tratos em Bananal-SP

 

O Caso que Mobilizou a Sociedade

Em agosto de 2025, um caso chocante de maus-tratos a animais em Bananal, interior de São Paulo, causou indignação nacional. Segundo perícia técnica, um cavalo foi brutalmente mutilado com facão pelo próprio tutor, com as investigações concluindo que o animal estava vivo durante a agressão. Este caso representou um dos episódios mais cruéis de violência contra animais registrados na região, evidenciando a urgente necessidade de maior rigor na proteção dos direitos animais.

Mobilização dos Coletivos de Direitos Animais

Em resposta a este caso de extrema crueldade, diversos coletivos de proteção animal se uniram para organizar um ato público no dia 14 de setembro de 2025. A manifestação teve como objetivo repudiar veementemente o ocorrido e pressionar por justiça e mudanças na legislação de proteção animal.

Participação no Ato de 14 de Setembro

Fernanda Cristina Hernandes Kawabata esteve presente no ato organizado pelos coletivos, somando sua voz ao coro de indignação e exigência por justiça. Sua participação representou o engajamento ativo da sociedade civil na luta pelos direitos animais e contra a impunidade em casos de maus-tratos.

Objetivos da Mobilização:

  • Justiça: Cobrar punição rigorosa para o responsável pela crueldade contra o animal
  • Conscientização: Educar a sociedade sobre a importância do respeito aos direitos animais
  • Mudança Legislativa: Pressionar por leis mais severas contra maus-tratos a animais
  • Solidariedade: Demonstrar apoio às vítimas de violência animal e repúdio à crueldade

Importância da Mobilização Social

O caso de Bananal-SP e a resposta organizada pelos coletivos de direitos animais demonstra como crimes contra animais podem e devem mobilizar a sociedade civil. A presença de ativistas como Fernanda no ato do dia 14/09 evidencia que:

  1. A sociedade não tolerará crueldade: Casos extremos de maus-tratos geram repúdio coletivo e exigência de justiça
  2. Organização coletiva é fundamental: A união de diversos grupos amplia o impacto da mensagem
  3. Pressão social funciona: Manifestações públicas pressionam autoridades a agir com rigor
  4. Cada voz importa: A participação individual fortalece o movimento coletivo

Reflexões sobre Direitos Animais no Brasil

Este caso ilustra tanto os desafios quanto os avanços na proteção animal no país. Enquanto crimes hediondos como o ocorrido em Bananal ainda acontecem, a resposta rápida e organizada da sociedade civil demonstra crescente consciência sobre direitos animais.

A participação em atos como o de 14 de setembro representa mais do que protesto - é uma afirmação de valores éticos fundamentais e um compromisso com a construção de uma sociedade mais justa para todos os seres vivos.

Considerações Finais

A mobilização ocorrida no dia 14 de setembro de 2025 representa um marco importante na luta pelos direitos animais, demonstrando que a sociedade brasileira está cada vez mais atenta e disposta a se posicionar contra a crueldade. A participação ativa de cidadãos conscientes como Fernanda Cristina Hernandes Kawabata fortalece este movimento essencial e contribui para a construção de um futuro onde todos os animais sejam respeitados e protegidos.

O engajamento em causas como esta transcende o ativismo individual - representa um compromisso coletivo com valores de compaixão, justiça e respeito pela vida em todas as suas formas.











Cobrança de Compromisso Cage-Free: Ação da Animal Equality e Ativismo na Rede Marriott

 A organização Animal Equality tem desenvolvido campanhas globais para pressionar grandes redes hoteleiras a adotarem políticas livres de gaiolas (cage-free) em suas cadeias de suprimentos, especificamente no que se refere ao fornecimento de ovos. Essas políticas visam eliminar o confinamento extremo de galinhas poedeiras em sistemas de bateria convencionais.

O Compromisso Não Cumprido

A rede Marriott International, uma das maiores cadeias hoteleiras do mundo, havia assumido publicamente o compromisso de implementar políticas cage-free em suas operações. No entanto, a falta de transparência e de ações concretas para cumprir esse compromisso demonstrou uma postura negligente da empresa em relação ao bem-estar animal.

Ação de Cobrança e Manifestação

Como resposta à inércia da rede Marriott em cumprir suas promessas públicas, foram organizadas ações de cobrança direta. Fernanda Cristina Hernandes Kawabata, enquanto ativista pelos direitos animais, participou ativamente dessa mobilização, organizando e participando de manifestações pacíficas na porta de estabelecimentos da rede.

Objetivos da Manifestação:

  • Transparência: Cobrar informações claras sobre o cronograma de implementação das políticas cage-free
  • Responsabilização: Pressionar a empresa a honrar seus compromissos públicos assumidos
  • Conscientização: Educar o público sobre a importância do bem-estar animal na cadeia de suprimentos
  • Pressão social: Demonstrar que consumidores e sociedade civil acompanham e cobram o cumprimento de promessas corporativas

Importância da Ação Ativista

A negligência demonstrada pela rede Marriott em relação aos seus compromissos de bem-estar animal evidencia como grandes corporações podem usar promessas vazias como estratégia de marketing, sem real intenção de implementação. Ações diretas de cobrança, como a manifestação organizada, são fundamentais para:

  1. Manter a pressão pública sobre empresas que fazem promessas sem cumpri-las
  2. Dar visibilidade às questões de bem-estar animal
  3. Demonstrar engajamento cidadão com causas éticas
  4. Criar precedentes para outras empresas do setor

Considerações Finais

O ativismo responsável e a cobrança direta de compromissos assumidos são ferramentas legítimas e necessárias para garantir que as empresas honrem suas responsabilidades sociais e ambientais. A ação desenvolvida representa um exemplo importante de como a sociedade civil pode e deve se mobilizar quando há negligência corporativa em questões fundamentais como o bem-estar animal.

A continuidade dessas ações de monitoramento e cobrança é essencial para que compromissos corporativos não se tornem apenas estratégias de marketing vazio, mas resultem em mudanças reais e significativas nas práticas empresariais.


fotos da ação de 14/09: 

https://show.pics.io/2025-09-14-marriott-protest-sao-paulo


sexta-feira, 12 de setembro de 2025

Verticalização e Impactos Ambientais Permanentes

 Audiência Pública da Comissão de Política Militância Urbano-Ambiental no Alto do Ipiranga



Território, Pertencimento e Luta Política

Como moradora do bairro Alto do Ipiranga, minha trajetória política se entrelaça com as transformações urbanas que marcam este território histórico da cidade de São Paulo. O pertencimento ao movimento da Revolução Brasileira não se dissocia da experiência cotidiana de habitar um espaço urbano em constante disputa entre diferentes projetos de cidade.

O Alto do Ipiranga, região que carrega simbolismos da independência nacional, hoje se encontra no epicentro de debates fundamentais sobre os rumos do desenvolvimento urbano paulistano. É neste contexto territorial que minha militância se desenvolve, articulando a dimensão local da luta urbana com um projeto político mais amplo de transformação social.

A Luta Contra o Incinerador Vergueiro: Resistência Territorial

A participação na audiência pública de 12 de agosto de 2023 sobre o incinerador Vergueiro representa um marco na articulação entre militância política e defesa territorial. Como moradora diretamente impactada pela proposta, minha intervenção buscou evidenciar as contradições de um modelo de gestão urbana que concentra externalidades ambientais negativas em territórios populares.

O projeto do incinerador revela a persistência de uma lógica tecnocrática no planejamento urbano, que ignora as vozes das comunidades afetadas e reproduz padrões históricos de injustiça ambiental. Minha participação neste espaço democrático representou não apenas a defesa dos interesses imediatos dos moradores do Alto do Ipiranga, mas a afirmação de um projeto político que coloca a participação popular no centro das decisões sobre o território.

Usina Eco Cultural: Alternativa Popular ao Desenvolvimento

A defesa do projeto Usina Eco Cultural no Ipiranga como alternativa ao incinerador expressa uma concepção diferenciada de desenvolvimento urbano, alinhada com os princípios da Revolução Brasileira. Este projeto representa:

Economia Popular e Solidária: Criação de oportunidades de trabalho e renda baseadas na economia circular, contrapondo-se ao modelo predatório de gestão de resíduos.

Democratização Cultural: Integração de equipamento cultural em território periférico, rompendo com a concentração de investimentos culturais nas áreas centrais da cidade.

Sustentabilidade Territorial: Solução ambientalmente adequada que respeita as características locais e promove a regeneração urbana.

Participação Comunitária: Processo de concepção e gestão que envolve ativamente os moradores, fortalecendo vínculos comunitários e capacidade organizativa local.

Revolução Brasileira e Questão Urbana

Minha militância no movimento da Revolução Brasileira se nutre da compreensão de que a transformação social passa necessariamente pela disputa do território urbano. O Alto do Ipiranga, como espaço de moradia e organização política, se torna laboratório de experimentação de relações sociais baseadas na solidariedade, na sustentabilidade e na democracia participativa.

A luta urbana não se restringe à defesa de interesses corporativos ou localizados, mas se articula com um projeto nacional de superação das desigualdades estruturais que marcam a sociedade brasileira. Neste sentido, a resistência ao incinerador e a proposição de alternativas sustentáveis se inscrevem numa estratégia mais ampla de construção de poder popular.

Contradições do Planejamento Urbano Capitalista

A experiência de militância urbano-ambiental no Alto do Ipiranga revela as contradições fundamentais do modelo de desenvolvimento urbano hegemônico. O Plano Diretor Estratégico de São Paulo, apesar de incorporar diretrizes de sustentabilidade, mantém lógicas excludentes que reproduzem desigualdades territoriais.

Como moradora e militante, observo cotidianamente como as políticas de adensamento urbano, quando não acompanhadas de instrumentos redistributivos efetivos, podem intensificar processos de gentrificação e expulsão da população de menor renda. A defesa do direito à cidade passa pela construção de alternativas concretas que demonstrem a viabilidade de um desenvolvimento urbano includente e sustentável.

Perspectivas da Luta Urbana Popular

A não promulgação do incinerador Vergueiro até o presente momento evidencia a força da organização popular quando articulada em torno de propostas concretas e viáveis. Esta vitória parcial fortalece a compreensão de que é possível interferir nos rumos do desenvolvimento urbano através da mobilização comunitária e da proposição de alternativas.

Minha trajetória como moradora do Alto do Ipiranga e militante da Revolução Brasileira se consolida na perspectiva de que a transformação da cidade é indissociável da transformação da sociedade. O território urbano se constitui, assim, como espaço privilegiado de experimentação de relações sociais emancipatórias e de construção de um projeto político alternativo para o Brasil.

A luta continua, enraizada no território, articulada nacionalmente, orientada pela utopia de uma cidade justa, democrática e sustentável. 

(Minha fala ocorreu às 1h35).

https://www.youtube.com/live/qSYYuyXLxLg?feature=share 


https://www.saopaulo.sp.leg.br/audienciaspublicas/audiencia/urb03-12-08-2023/



segunda-feira, 17 de fevereiro de 2025

Go Vegan

 A consciência com a libertação animal e a garantia de bem-estar animal são  fundamentos que uma sociedade que busca justiça socioambiental deve exigir. Para obter uma alimentação adequada, não é necessário consumir cadáveres e causar tanto sofrimento aos animais, sem mencionar os efeitos ambientais resultantes.

Deve-se considerar uma alimentação orgânica saudável com opções alternativas.
As iniciativas dos  ativistas e  militantes, como são referidas por alguns, estão se tornando cada vez mais marcantes.








domingo, 16 de fevereiro de 2025

Agroecologia X Ecoturismo

 Um dos obstáculos para quem trabalha na agricultura familiar é administrar um empreendimento que engloba produção, gestão e diversos processos, que vão desde obrigações fiscais até a busca de clientes e logística.

Neste contexto, o Ecoturismo surge como uma alternativa de renda extra, com projetos que combinam áreas urbanas e rurais, representando uma maneira de influência específica na cidade de São Paulo, que lida com consideráveis ​​desafios, diferenças e classes sociais distintas.


















Agência Ambiental


Da militância em direção às entidades de avaliação ambiental.







Após concluir mais um curso na área e entender um modelo repleto de falhas para combater a degradação ambiental, ações de mitigação que não são inovadoras e supervisionadas, chego a um ambiente com servidores públicos sem qualquer compromisso social, apenas focados nos dados de pagamento, e total desprezo e desrespeito para com uma equipe terceirizada que é contratada para realizar o trabalho que eles não realizam.

Não adianta apenas responsabilizar o estado e o órgão sem apresentar sugestões para aprimorar os processos. É decepcionante manter um concurso público voltado para os "burgueses, Proporcionando privilégios, enquanto os militantes e trabalhadores da área enfrentam dificuldades devido à ausência de um modelo de contratação constante e eficiente.

O paradoxo entre quem defende e quem atua por conveniência, até quando esse sistema vai perpetuar???




domingo, 18 de dezembro de 2022

Cidade Educadora

Curso complexo 



 desafiador no mais amplo sentido, embasado nos conceitos de Milton Santos e Paulo Freire, 
abordado o mapeamento territorial, análise da Ontologia do espaço, levantamento dos serviços Públicos da região, comparativos com outros bairros e Municípios da Grande São Paulo, apresentação cartográfica, prática e defesa Socioambiental, cultura, saúde, educação.
Influências políticas no início da formação do bairro até a atualidade.
Bastante conteúdo com aulas expositivas e interativas, sempre uma pesquisa a ser realizada por módulo.
Apresentar um TCC de Intervenção territorial, tendo como objetivo a causa Ambiental e Animal, não foi nada fácil, mas o conteúdo foi apresentado e segue para ser ampliado em outras esferas. 
Conteúdo que irá transcender em outras áreas e formas de atuação 
Novos desafios surgiram!!


 

segunda-feira, 3 de janeiro de 2022

+ Formação e Conhecimento agora em Meio Ambiente

 






O ano de 2021 foi um ano de muito trabalho para aqueles que não se deixaram abater pelas ameaças externas.
Foi um ano de muito aprendizado e realizações.
Deixando aberto a esperança de enfrentar novos desafios.

Trabalho em várias lojas, importadoras.

Formação em Meio Ambiente, oficinas complementares.

Além da prática  de ações na Causa Animal, levando vários dóguinhos e gatinhos para Castrar.

Seguindo em frente naquilo que acredito!



















sábado, 25 de setembro de 2021

Pets X Adoção!


https://recordtv.r7.com/fala-brasil/videos/adocao-de-animais-aumenta-na-pandemia-25092021  


quarta-feira, 15 de setembro de 2021

O Paradoxo da Reciclagem do Vidro



Da coleção das mínis garrafas de coca cola na caixa vermelha, as questões dos dias atuais quem não se recorda?


Muitos ainda recordam da época em que para se comprar um refrigerante, tinha que levar o vasilhame do produto para aquisição do novo.


Com uma mudança equivocada na época da legislação, essa prática do retornável deixou de ser exigida pelos comércios do bar, da esquina as grandes redes de hipermercados.


E, hoje? Sem o descarte correto! falta matéria prima a nível mundial relatado pelas principais indústrias dos setores de bebidas.


E, mesmo com a falta da matéria prima e a insistência das cooperativas de reciclagem em fornecer para estas empresas não há interesse em reciclar.


Da separação ao processo industrial 


Os envolvidos com a captação de materiais reciclados alegam que o vidro é  um material pesado, que ocupa muito espaço e que ainda pode ocasionar acidentes, pois o vidro é  um material cortante e o uso de Epi e Epc é imprescindível.


No processo industrial equipamentos e a mão de obra também não é de baixo custo, mas no processo de reciclagem do vidro o consumo de energia é menor e a redução de gases de efeito estufa também.


Algumas indústrias do setor de bebidas estão migrando para outras embalagens para não perderem seus estoques.


Mesmo com aplicação da Logística Reversa a prática não está funcionando nem para o meio ambiente e nem para os compradores interessados.


Na região da Capital de São Paulo, o único ponto de coleta de vidros com incentivo é a Enel que dá um desconto na conta de luz equivalente a 0,3 centavos no Kg do vidro, o que desestimula a ação em decorrência dos pontos que são em locais mais distantes, geralmente nas periferias.

Portugal vem fazendo campanha e incentivo ao uso do vidro, o País é famoso por exportar grandes rótulos de vinhos das mais variadas regiões como Douro e Alentejo e a preservação da qualidade do produto depende do  material no caso o vidro é o mais indicado e seguro para essa bebida dos Deuses.

Abaixo, algumas matérias a respeito

https://www.gazetadopovo.com.br/bomgourmet/food-service/industrias-cerveja-vinho-falta-garrafas-vidro/

https://www.psdovidro.com.br/descubra-tudo-sobre-a-reciclagem-de-vidro/

https://www.anavidro.com.br/massfix-unica-empresa-do-mercado-que-recicla-todo-tipo-de-vidro/

https://www.unas.org.br/single-post/2017/03/03/garanta-seu-desconto-na-conta-de-luz


sexta-feira, 2 de abril de 2021

Impactos Ambientais

 Em decorrência de um plano diretor, repleto de erros.

O tradicional bairro do Ipiranga vem sendo alvo de um processo de verticalização contínua.


Que resulta em adensamento populacional, blocos de prédios que impedem a dispersão do ar provocando aumento do índice de poluição, além de ilhas de calor.


Os casos de poda drástica no Ipiranga continuam, são vários pontos de poda drástica, comprometem a estrutura das árvores, impacto direto com á avifauna.


Mesmo a subprefeitura do Ipiranga sendo informada desde 2020, através do Cades Ipiranga, além das solicitações no portal 156, providências não são tomadas.

Até proposta para monitorar apresentei!

https://participemais.prefeitura.sp.gov.br/budgets/2/investments/2364


quarta-feira, 24 de fevereiro de 2021

Resenha Atualidades

 Avanços crescentes na privatização e concessão das estatais ameaça a biodiversidade e a soberania nacional, a classe trabalhadora vítima da alta dos preços de itens básicos tais quais: alimentos, gás de cozinha, aluguel, gasolina.

Sem oportunidades de mercado, sem garantias de seguridade social, dissídio real, que há um bom tempo os sindicatos que neste cenário vem sendo anulado, não conseguem apresentar aos trabalhadores e trabalhadoras através de reajustes salariais condizentes com os custos reais, para suprir com as necessidades básicas dos indivíduos.

Uma sociedade vítima de uma atuação escravocrata sistêmica em nosso país onde os direitos sempre foram usurpados, inclusive o próprio avanço e desenvolvimento da consciência para uma mente libertadora numa práxis mais underground. 

A política de favorecimento ao capital financeiro que visa geração de lucro em cima do impacto ambiental, exploração animal enfatizando que os mesmos são e devem ser tratados como objeto, além é claro da desvalorização e precarização do trabalho, a sociedade composta pela maioria negros, índios, pardos com diferenças de escolhas de vida podendo ser hétero, lgbtqia+, se torna ameaçada pela politica econômica imposta pela minoria de supremacistas brancos pertencentes das classes dominantes, culpados pelo subdesenvolvimento da educação, cultura, e recursos naturais com capacidade sustentável.

Para classe trabalhadora, ambientalistas, defensores de uma sociedade mais justa e igualitária os anseios só poderão surgir com rompimento do sistema capitalista e com a apresentação de uma nova ordem.


By Fernanda Hernandes 


sexta-feira, 22 de janeiro de 2021

Possibilidades!!

 No sistema capitalista os esforços são individuais, dependendo apenas do grau de conhecimento, inteiração  comprometimento do individuo.

Até as pautas identitárias se desenvolve em passos lentos.

Em pequenas ações e eventos venho fazendo minha parte, sem contar com apoio do poder público, iniciativa privada, sem a colaboração dos Indivíduos  que em muitas vezes são egocêntrico e incapazes de perceber, aprender e colaborar.






terça-feira, 20 de outubro de 2020

Participação Popular

 



No sistema capitalista toda participação e interesse popular é descartado diante do poder público, que exclui o comprometimento orçamentário e direciona recursos para empresas parceiras (as que sempre ganham licitação e patrocinam campanhas de vereadores nos bairros).

Os conselhos de parques e subprefeituras atuam em caráter consultivo, na prática são ignorados, propostas não são deliberadas.

 

Os conselheiros dialogam com servidores comissionados (aqueles que recebem indicação política e são os olhos de quem os colocou no cargo).

 

 

O sistema eleitoreiro atua para favorecer os que já estão no poder exemplo: partidos como PSDB tem privilégios em redes de comunicação nacional, enquanto demais partidos, não tem o mínimo viável de tempo para apresentação de suas propostas.

 

Enfatizando a participação popular destaco que atendendo os interesses dos moradores do bairro do Ipiranga que hoje sofrem com adensamento populacional e a verticalização da moradia, prédios gigantes que alteram movimentação dos ventos, impactam e causam colisão nos voos dá avifauna, fazem sombreamento em casas e edifícios menores.

 

Dentro desse cenário nada favorável, venho numa tentativa “in loco”, tentando viabilizar projetos de horta no parque independência nos moldes da permacultura, visando favorecer a biodiversidade no entorno.

 

A expansão de novos parques que objetiva a permeabilidade do solo, plantação e recuperação de árvores nativas, incentivo as espécies polinizadoras, espaço de socialização para pets e por fim entretenimento para população, apresentei proposta de compra de um terreno particular em área não tombada para criação de um parque

https://www.change.org/p/cades-ipiranga-cria%C3%A7%C3%A3o-do-parque-nascente-do-jardim-celeste?recruiter=1147367004&utm_source=share_petition&utm_medium=facebook&utm_campaign=petition_dashboard&recruited_by_id=148f5380-f14b-11ea-92da-1fa9a0319396

 

Acompanhem as Atas, politize-se,

 

https://www.prefeitura.sp.gov.br/cidade/secretarias/subprefeituras/ipiranga/cades_ip/index.php?p=32357

https://www.prefeitura.sp.gov.br/cidade/secretarias/subprefeituras/upload/Arquivos%20IP/ATA_CADES_SET_20.pdf 


By Fernanda Hernandes

 

domingo, 20 de setembro de 2020

Dia da Árvore

 É comemorado no Brasil em 21 de setembro dia da árvore e tem como objetivo principal a conscientização a respeito da preservação desse bem tão valioso. A data, que é diferente em outras partes do mundo, foi escolhida em razão do início da primavera, que começa no dia 23 de setembro no hemisfério Sul.







Atendendo as reivindicações dos Conselheiros do Cades (Conselho de Meio Ambiente, Desenvolvimento sustentável e Cultura da Paz), em homenagem ao dia da árvore, subprefeitura do Ipiranga e Conselheiros realizaram plantio de espécie arbórea nativa  Grumixama (Eugenia Brasiliensis), no canteiro da rua leais paulistanos. 

sábado, 22 de agosto de 2020

Apresentação de propostas na gestão urbana

 Existe uma repulsa dos Ambientalistas Brasileiros contra plantas chamadas exóticas. Sua posição, radical, idolatra a vegetação nativa. O assunto virou tabu: espécie exótica é do mal, nativa do bem. Polarização falaciosa. Espécies exóticas, sejam plantas ou animais, consideram se as originadas nos ecossistemas de regiões distintas da local, ou seja, estrangeiras. São exóticas no Brasil, por exemplo, as árvores típicas da Europa como o cipreste italiano. Da mesma forma, vieram de longe para arborização urbana a enorme tipuana (Argentina), o lindo flamboyant (Africano), a falsa seringueira (Asiática) e o álamo (Canadense). Apenas a sibipiruna ou outros coloridos ipês são nativos no Brasil. Nenhum cidadão discrimina a sombra fresca que todas oferecem ao calor do asfalto. Imperam também, dentre as frutas encontradas na mesa dos Brasileiros, as variedades importadas. A banana, a laranja e o figo têm origem na Ásia, enquanto abacate e o abacaxi vieram da América Central. Variadas origens caracterizam a fruticultura, como no caso da melancia (Africana), da manga e da jaca (Indiana), da maçã (Siberiana), do caqui e do pêssego (Chineses), da uva (do Oriente Médio), do Morango (Europeu). Houve, porém, forte restrição dos puritanos Ambientais. O temor ecológico contra plantas Exóticas advém, primeiro, do fato de que, sendo estranhas à flora nativa, elas participam das cadeias produtivas alimentares, pouco auxiliando na vida silvestre. Segundo, as espécies retiradas do seu ecossistema nativo se livram de predadores e parasitas naturais, que lá controlam sua população. Livres de competidores, podem se multiplicar exageradamente, prejudicando a flora e a fauna locais. Esse fenômeno, caracteriza as chamadas "invasoras", é tudo pelos estudiosos como a segunda maior ameaça mundial à Biodiversidade, perdendo somente para a exploração humana na destruição dos hábitos naturais. A gravidade da contaminação biológica causada por espécies Exóticas motivou a ONU a criar 1997, um programa específico para enfrenta lá. A matéria, complexa, caiu nas graças dos Ecoterroristas, os que pregam a catástrofe planetária. Em muitos casos, providências, algumas drásticas, precisam ser tomadas para impedir a invasão das exóticas dos Ecossistemas. Mas, embora exóticas, as plantas podem servir ao bem. Basta monitorar, se necessário controlar, pôr a técnica acima do preconceito ecológico. Nas áreas degradadas, algumas espécies florestais podem servir como "pioneiras", sombreando as mudas nativas para que cresçam melhor, favorecendo o processo de recuperação Ambiental, Por essa razão, o novo código florestal acabou permitindo, de forma restrita, o uso das exóticas em sistemas misturados com espécies nativas.


By Fernanda Hernandes

Em  defesa da Biodiversidade


https://participe.gestaourbana.prefeitura.sp.gov.br/consulta/pmau