Uma iniciativa a ser ampliada que vai além da produção, o trabalho de recuperação do solo,
incentivo a produção orgânica, coletivização.
Uma cidade mais verde e inclusiva para todos.
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domingo, 2 de fevereiro de 2020
quarta-feira, 22 de janeiro de 2020
COLETIVIZAÇÃO DE AJUDA ANIMAL
Existem Várias formas de ajudar um animal e pessoas que resgataram um animal indiferentemente de "RÓTULAGEM".
Formas de Ajuda: Lar temporário, doação de objetos para venda e Rifa, encaminhamento para castração, carona solidária, apadrinhamento de um animal, indicação de clinicas veterinárias, pet shops, hotelzinho, farmácia pet que possuí preços populares, compartilhar pedidos de ajuda, levar para passear um animal que o tutor não tem tempo, ser voluntário da DVZ ou ONGS, que estão infinitamente precisando.
Ajudar com informações e meios de Denúncia no caso de alguém relatar maus tratos animais.
Essas ações fazem parte de um meio de coletivização onde se analisa o comportamento do indivíduo diante da prática dos problemas.
Mas lembrem-se pegar um animal sem o mínimo de estrutura inclusive comportamental do animal, nada resolve.
Transferir 100% do caso para outro indivíduo não é coletivização.
Antes de partir para a prática da ação verifique seu bolso, seu tempo e os possíveis meios de recurso.
Abaixo foto de Carona Solidária para castração.
Não precisei nem de caixa de transporte pois a fofinha era mansa e veio no Colo, castrou foi medicada, 15 dias depois retornou na Clínica Veterinária Anchieta para remoção dos Pontos.
Está com o tutor Feliz e saudável até hoje.
Simples Assim!
HOSPITAL TATUAPÉ, SAUDADES!
Formas de Ajuda: Lar temporário, doação de objetos para venda e Rifa, encaminhamento para castração, carona solidária, apadrinhamento de um animal, indicação de clinicas veterinárias, pet shops, hotelzinho, farmácia pet que possuí preços populares, compartilhar pedidos de ajuda, levar para passear um animal que o tutor não tem tempo, ser voluntário da DVZ ou ONGS, que estão infinitamente precisando.
Ajudar com informações e meios de Denúncia no caso de alguém relatar maus tratos animais.
Essas ações fazem parte de um meio de coletivização onde se analisa o comportamento do indivíduo diante da prática dos problemas.
Mas lembrem-se pegar um animal sem o mínimo de estrutura inclusive comportamental do animal, nada resolve.
Transferir 100% do caso para outro indivíduo não é coletivização.
Antes de partir para a prática da ação verifique seu bolso, seu tempo e os possíveis meios de recurso.
Abaixo foto de Carona Solidária para castração.
Não precisei nem de caixa de transporte pois a fofinha era mansa e veio no Colo, castrou foi medicada, 15 dias depois retornou na Clínica Veterinária Anchieta para remoção dos Pontos.
Está com o tutor Feliz e saudável até hoje.
Simples Assim!
HOSPITAL TATUAPÉ, SAUDADES!
quarta-feira, 1 de janeiro de 2020
EM NOTA
MILITO EM PROL DA CAUSA ANIMAL E AMBIENTAL, NÃO COMPACTUO E NÃO VÍNCULO MINHA IMAGEM, COM OPORTUNISTAS QUE APARECEM NO BAIRRO.
SE PASSANDO POR "PROTETORES", DEFENDENDO PROJETOS DE LEI QUE ABRE PRECEDENTES PARA COMERCIALIZAÇÃO DE VIDAS!
PARABÉNS PREFEITO PAULO ALEXANDRE BARBOSA
VEREADOR BENEDITO FURTADO
CORDENADORIA DE DEFESA DA VIDA ANIMAL (CODEVIDA)
Todo apoio ao Projeto de Lei Complementar nº 14/2019.
https://www.santaportal.com.br/noticia/47158-camara-aprova-projeto-que-proibe-a-venda-de-animais-em-santos
https://www.atribuna.com.br/cidades/santos/mp-arquiva-pedido-contra-lei-que-pro%C3%ADbe-a-venda-de-animais-em-santos-1.79020
SE PASSANDO POR "PROTETORES", DEFENDENDO PROJETOS DE LEI QUE ABRE PRECEDENTES PARA COMERCIALIZAÇÃO DE VIDAS!
PARABÉNS PREFEITO PAULO ALEXANDRE BARBOSA
VEREADOR BENEDITO FURTADO
CORDENADORIA DE DEFESA DA VIDA ANIMAL (CODEVIDA)
Todo apoio ao Projeto de Lei Complementar nº 14/2019.
https://www.santaportal.com.br/noticia/47158-camara-aprova-projeto-que-proibe-a-venda-de-animais-em-santos
https://www.atribuna.com.br/cidades/santos/mp-arquiva-pedido-contra-lei-que-pro%C3%ADbe-a-venda-de-animais-em-santos-1.79020
sábado, 14 de dezembro de 2019
Processo de urbanização Parque da Aclimação
Parque da Zona Sul de São Paulo conhecido como oásis da região central, inicia processo de urbanização começando pelas reformas dos parquinhos e a substituição de areia, terra, grama, por borracha.
Aquele perfil de Bairro sossegado onde todos se conhecem, vai perdendo sua característica para abrir espaço para grandes eventos, dificuldade para estacionar, mais perda de animais silvestres, com a instalação da lanchonete terá que ser retirado para atender as normas da vigilância sanitária. (cada vez mais normas).
Secretaria do Verde e Meio Ambiente, que ano á ano vem sendo desestruturada com a precarização, falta de verbas para contratação de Ambientalistas qualificados bem como demais servidores.
Segue com projeto nos moldes urbanos, descaracterizando ornamento local, onde o cimento e a borracha ganha mais destaque do que o solo e o ambiente natural.
Seria de fato essa conectividade que as crianças que utilizam o local precisavam para uma infância harmônica com a Natureza?
Ah á areia?
Os animais que integram á Natureza!
Tudo tão simples e fácil de resolver, mas a falta de Bom Senso, humildade, generosidade.
Abriu espaço para os Abutres de plantão.
Aquele perfil de Bairro sossegado onde todos se conhecem, vai perdendo sua característica para abrir espaço para grandes eventos, dificuldade para estacionar, mais perda de animais silvestres, com a instalação da lanchonete terá que ser retirado para atender as normas da vigilância sanitária. (cada vez mais normas).
Secretaria do Verde e Meio Ambiente, que ano á ano vem sendo desestruturada com a precarização, falta de verbas para contratação de Ambientalistas qualificados bem como demais servidores.
Um parque público que não recebe o mínimo do mínimo de manutenção,
agora recebe piso e brinquedos emborrachados disfarçados de normas de acessibilidade (NBR), não que a mobilidade voltada
á criança com deficiência não deva ser levados em consideração, mas o projeto
impermeabiliza além do que deveria, algo que com troca de areia, cobertura,
bastando apenas uma administração pública eficiente.
Seria de fato essa conectividade que as crianças que utilizam o local precisavam para uma infância harmônica com a Natureza?
Ah á areia?
Os animais que integram á Natureza!
Tudo tão simples e fácil de resolver, mas a falta de Bom Senso, humildade, generosidade.
Abriu espaço para os Abutres de plantão.
Dividir para governar!
As crianças na Natureza
O que as crianças podem aprender com a natureza?O que aprendem neste contato direto e sensível?O que pode ser realizado nas escolas e creches para fortalecer um trabalho com a natureza?
Nos contextos atuais, a natureza está presente nas falas de educação ambiental de maneira abstrata e muitas vezes não é vivenciada. O contato com a natureza durante a primeira infância pode se resumir em uma palavra da língua inglesa: awe, que significa sentimento de veneração e respeito originado pelo maravilhamento e encantamento. Como falar de preservação, proteção, se não foi criado um vínculo? Gosto, logo cuido. Sábio Manoel de Barros nos diz que a importância de uma coisa não se mede com fita métrica nem com balanças nem barômetros etc. Que a importância de uma coisa há que ser medida pelo encantamento que a coisa produza em nós.
Brincar em um espaço onde a natureza é protagonista, no qual o corpo é vivido nas delicadezas, nas durezas, nas asperezas, nas sutilezas dos toques, dos sons, dos cheiros, dos olhares, dos gostos, ampliam os limites de descoberta pelas crianças, ou melhor, as deixa sem limites para experimentar. Henry David Thoreau diz que “a Terra é para ser mais admirada do que usada”. Mesmo sendo um dos maiores prazeres do corpo, olhar, observar, ficar quieto são atos confundidos com passividade, preguiça e solidão. É preciso que as crianças tenham tempo para contemplação. Atualmente, contemplar é uma ação que não é valorizada.
Todos nós sabemos, pela experiência vivida, o quanto o contato sensível com as plantas, as árvores e demais seres vivos nos revigora e é agradável e primordial para nossa existência. Mesmo aqueles que moram nas grandes cidades, rodeados de tecnologias, asfalto, carros e muitos prédios, necessitam apreciar e sentir o perfume das flores, o verde das plantas, a brisa, o calor do sol e até mesmo os respingos da chuva.
O excesso de cuidados, a correria e a busca por uma vida mais prática muitas vezes terminam por nos afastar deste contato mais íntimo e vagaroso com a natureza, e por consequência, as crianças. Pequenos detalhes passam despercebidos, tais como uma estrela que surge no céu, uma nuvem que transforma seus contornos ou o caminho de uma formiga traçado no chão.
Ultimamente os brinquedos de plástico ganham amplitude, os terrenos, inclusive em algumas escolas, parques públicos, são cimentados ou recobertos com grama sintética. Até mesmo os vasos de flores e plantas naturais são substituídos pelos artificiais, pois dispensam água, o nosso cuidado e por consequência economizam nosso tempo.
Mas, quem cultiva o afeto pelos pequenos animais ou cuida de alguns vasos em suas casas sabe, apesar do trabalho que fazer isto nos dá, o quanto estes pequenos detalhes trazem elementos saudáveis e instigantes para suas vidas. Quem já teve a oportunidade de observar, pode notar a facilidade com que as crianças logo se apegam aos seus bichinhos de estimação como cachorros, gatos e até mesmo peixinhos e sabem o prazer que sentem regando o jardim ou comendo algo que foi por elas plantado. Isto é somente um pedacinho dos benefícios que a Natureza nos dá.
Quais aprendizados da relação crianças e natureza podem ser destacados?
Como as crianças podem aprender a cuidar sem ter do que cuidar?
Como valorizar a vida se vivem cada vez mais afastadas dos seres vivos?
Como valorizar a vida se vivem cada vez mais afastadas dos seres vivos?
O trabalho com a Natureza tem muito para acrescentar na qualidade de vida e desenvolvimento das crianças, o próprio contato com ela, em pequenos gestos, ensina um modo mais inteiro e harmonioso de crescer, se conhecer e conviver. Os laços mais estreitos com a Natureza nos ensinam que fazemos parte dela, colaboram para construção e ampliação de nossa consciência pessoal, planetária e ecológica.
Nos contextos atuais, a natureza está presente nas falas de educação ambiental de maneira abstrata e muitas vezes não é vivenciada. O contato com a natureza durante a primeira infância pode se resumir em uma palavra da língua inglesa: awe, que significa sentimento de veneração e respeito originado pelo maravilhamento e encantamento. Como falar de preservação, proteção, se não foi criado um vínculo? Gosto, logo cuido. Sábio Manoel de Barros nos diz que a importância de uma coisa não se mede com fita métrica nem com balanças nem barômetros etc. Que a importância de uma coisa há que ser medida pelo encantamento que a coisa produza em nós.
A atenção e a concentração, capacidades tão indispensáveis para a aprendizagem, podem ser cultivadas neste entrosamento com a Natureza, assim como a curiosidade, a flexibilidade, a coragem para lançar-se ao desconhecido e a capacidade para encontrar soluções para alguns problemas.
O autoconhecimento e a consciência de pertencer ao universo mais amplo de relações pode ser o resultado de um contato mais sensível e íntimo com pequenas reservas naturais que cultivamos no dia a dia.
Brincar em um espaço onde a natureza é protagonista, no qual o corpo é vivido nas delicadezas, nas durezas, nas asperezas, nas sutilezas dos toques, dos sons, dos cheiros, dos olhares, dos gostos, ampliam os limites de descoberta pelas crianças, ou melhor, as deixa sem limites para experimentar. Henry David Thoreau diz que “a Terra é para ser mais admirada do que usada”. Mesmo sendo um dos maiores prazeres do corpo, olhar, observar, ficar quieto são atos confundidos com passividade, preguiça e solidão. É preciso que as crianças tenham tempo para contemplação. Atualmente, contemplar é uma ação que não é valorizada.
No entanto, embora saibamos da importância de nos aproximarmos mais dos ambientes naturais, nem sempre isto acontece no dia a dia corrido e intenso das nossas metrópoles, e nem sempre está no foco das escolas ou é devidamente contemplado no planejamento diário do trabalho com a crianças.
sexta-feira, 29 de novembro de 2019
PL 783/2019 (Gatil)
Dispõe sobre a implementação de gatil nos parques do Município de São Paulo.
A cada dia torna-se mais urgente a criação de leis que visam o direito e proteção dos animais, tendo-se em vista a quantidade alarmante que vivem em situação de abandono. Segundo pesquisa realizada pela Organização Não Governamental Instituto Pet Brasil, há cerca de 170 mil animais abandonados, dentro estes muitos são gatos.
Não é difícil notar, ao andar pelos parques da Cidade, a quantidade de gatos que se acumulam ao seu redor, que muitas vezes acabam sendo vítimas de maus-tratos.
Por isso a criação desses centros de acolhimentos, o gatil, tona-se tão importante para a proteção desses animais em situação de risco.
Vamos fazer de São Paulo uma cidade melhor também para os animais!
A cada dia torna-se mais urgente a criação de leis que visam o direito e proteção dos animais, tendo-se em vista a quantidade alarmante que vivem em situação de abandono. Segundo pesquisa realizada pela Organização Não Governamental Instituto Pet Brasil, há cerca de 170 mil animais abandonados, dentro estes muitos são gatos.
Não é difícil notar, ao andar pelos parques da Cidade, a quantidade de gatos que se acumulam ao seu redor, que muitas vezes acabam sendo vítimas de maus-tratos.
Por isso a criação desses centros de acolhimentos, o gatil, tona-se tão importante para a proteção desses animais em situação de risco.
Vamos fazer de São Paulo uma cidade melhor também para os animais!
sexta-feira, 15 de novembro de 2019
Audiência Pública da Comissão Permanente de Finanças e Orçamento Verde e Meio Ambiente, Trabalho e Inovação
No dia 11/11/19, no salão nobre da Câmara municipal, iniciaram as propostas para orçamento 2020.
Movimentos de Defesa do meio Ambiente, membros do Conselho de vários parques Municipais estiveram Presentes, reivindicando verba e manutenção dos parques, vale ressaltar que hoje a Secretária do Verde e Meio Ambiente conta com apenas 0,2% do orçamento municipal para distribuir entre todos os parques mais os departamentos técnicos, como por exemplo a Divisão de fauna silvestre.
A Secretaria não possui um departamento específico para atuar em prol dos animais domésticos que é uma realidade em todos os parques de São Paulo, deixando assim a problemática única e exclusiva nas mãos dos Protetores de Animais, que além de contribuir com pagamento de impostos, ainda exercem dupla jornada de defesa animal com doação de ração, encaminhamento para castração, hospedagem de animais e encaminhamento para Posse Responsável.
Trabalho árduo realizado de forma voluntária e com muita pouca ajuda.
A Proposta de 1,5% defendida pelos movimentos presentes, não inclui novos projetos.
A Fala dos vereadores refere-se á um Fundo (Fema), que funciona como uma poupança para ser poupada e não devolvida aos munícipes.
Vereadores titulados do Bairro Ipiranga e Aclimação sequer estiveram presentes para defender orçamento em prol dos parques que ano a ano vêm sofrendo com a precarização.
Quando muito aparecem para apresentar emendas estapafúrdias que destinam verba para processo de urbanização e não preservação ambiental dos respectivos parques, que são o minimo de área verde que restam á população, que hoje vem sofrendo com sérios problemas respiratórios já confirmados pela Organização Mundial da Saúde (OMS).
O único feedback positivo da Comissão, bem como do Representante da SVMA, Rodrigo Ravena Pimentel foi a ampliação de novos parques em
São Paulo, enfatizo uma luta muito antiga e árdua de muitos militantes.
Cabe ainda informar que as discussões orçamentárias contarão com novas audiências públicas
Sendo assim muito importante a participação popular.
Segue Link da Câmara municipal para acompanhamento da agenda.
http://www.saopaulo.sp.leg.br/
Movimentos de Defesa do meio Ambiente, membros do Conselho de vários parques Municipais estiveram Presentes, reivindicando verba e manutenção dos parques, vale ressaltar que hoje a Secretária do Verde e Meio Ambiente conta com apenas 0,2% do orçamento municipal para distribuir entre todos os parques mais os departamentos técnicos, como por exemplo a Divisão de fauna silvestre.
A Secretaria não possui um departamento específico para atuar em prol dos animais domésticos que é uma realidade em todos os parques de São Paulo, deixando assim a problemática única e exclusiva nas mãos dos Protetores de Animais, que além de contribuir com pagamento de impostos, ainda exercem dupla jornada de defesa animal com doação de ração, encaminhamento para castração, hospedagem de animais e encaminhamento para Posse Responsável.
Trabalho árduo realizado de forma voluntária e com muita pouca ajuda.
A Proposta de 1,5% defendida pelos movimentos presentes, não inclui novos projetos.
A Fala dos vereadores refere-se á um Fundo (Fema), que funciona como uma poupança para ser poupada e não devolvida aos munícipes.
Vereadores titulados do Bairro Ipiranga e Aclimação sequer estiveram presentes para defender orçamento em prol dos parques que ano a ano vêm sofrendo com a precarização.
Quando muito aparecem para apresentar emendas estapafúrdias que destinam verba para processo de urbanização e não preservação ambiental dos respectivos parques, que são o minimo de área verde que restam á população, que hoje vem sofrendo com sérios problemas respiratórios já confirmados pela Organização Mundial da Saúde (OMS).
O único feedback positivo da Comissão, bem como do Representante da SVMA, Rodrigo Ravena Pimentel foi a ampliação de novos parques em
São Paulo, enfatizo uma luta muito antiga e árdua de muitos militantes.
Cabe ainda informar que as discussões orçamentárias contarão com novas audiências públicas
Sendo assim muito importante a participação popular.
Segue Link da Câmara municipal para acompanhamento da agenda.
http://www.saopaulo.sp.leg.br/
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